de volta o eco do pedido
amor sempre sozinho
estrada sem viajar
sem nós sem par
sempre gritado
só desenhado
e declamado
monologado
sem rumo
sem casa
sem asa
ferido
Encosto-me a uma extremidade da vida como se pudesse mudar-me para outra sem esforço, ou deslizar suavemente entre as duas.
Como se fosse só atravessar uma ponte, abrir uma porta e dizer: estou aqui.
(Acreditar em janelas é como acreditar em fadas: uma forma de estar.)